O tempo não tem Ser, posto que o futuro ainda não o é, que o passado não é mais, e o presente não permanece. O texto é o filho pródigo que jamais retorna.
31 de dez. de 2009
FELIZ 2010
29 de dez. de 2009
Sociedade Vril - A face religiosa do Nazismo
Nas imagens acima, a direita do vídeo a suástica é hindu e a esquerda alemã. Este símbolo foi usado por vários povos como os Astecas, Celtas, Budistas, Gregos, Hindus, entre outros, sendo que cada cultura trazia uma simbologia diferente, mas sempre com um lado místico muito aflorado.
A suástica requer estudos paralelos.
24 de dez. de 2009
A história do brigadeiro
O Brigadeiro foi inventado no Brasil depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Naquele tempo, era muito difícil conseguir leite fresco e açúcar para se fazer receitas de doces. Aí, descobriram que a mistura de leite condensado e chocolate resultava em um docinho bem gostoso (Brigadeiro para presidente). Ainda faltava dar um nome para o novo doce.
Na mesma época, aconteciam as eleições para presidente do Brasil, e um dos candidatos era o Brigadeiro Eduardo Gomes.
Na campanha, ele utilizava uma propaganda engraçada, que ficou na boca do povo:
“Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro”.
Suas eleitoras batizaram o doce em homenagem ao candidato. As mulheres que trabalhavam na campanha, em vez do “santinho” tradicional do candidato, distribuíam o docinho para ganhar votos.
Com o tempo, o brigadeiro foi ficando cada vez melhor.
Para enfeitá-lo e deixá-lo mais saboroso, foi inventado o chocolate granulado. Depois, outra receitas foram criadas a partir da original.Em outros países nosso brigadeiro é conhecido como “trufa brasileira”.
3 de dez. de 2009
ONGs criticam governos do mundo todo
As ONGs colocaram os cartazes no aeroporto de Copenhague, que vai realizar a Conferência sobre Mudança Climática da ONU a partir da próxima segunda-feira (7).
Ao lado de fotomontagens com líderes como Barack Obama, presidente dos EUA, em 2020 (já com os cabelos brancos), o texto diz: "Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... mas não impedimos".
25 de nov. de 2009
As mudanças culturais na I e II Guerra Mundial
Com o início da Primeira Guerra e suas conseqüências, a visão de mundo maravilhoso cai por terra e inicia-se um questionamento de quais vantagens tais guerras poderiam trazer e por que esta elite, detentora dos meios de produção, apoiava esse massacre.
A inovação acontece com o dadaísmo, que antecede o surrealismo, na Europa Ocidental e o Construtivismo Soviético no Oriente.
O Construtivismo buscava negar a arte pura e introduzi-la no cotidiano inspiradas nas conquistas do novo operariado, era o realismo social, que dura até 1934.
O Dadaísmo surgiu e tomou forma no meio de um grupo misto de exilados em Zurique em 1916, alguns que aguardavam as ordens de Lênin para a Revolução de 1917 na Rússia. Tratava-se de um protesto niilista contra a guerra mundial e contra a sociedade que a apoiara incubando assim toda e qualquer tentativa de se fazer arte.
Atacava a arte convencional e a burguesia, seu objetivo era causar escândalo e quando Marcel Duchamp numa exposição coloca o vaso de mictório como arte instantânea, se encaixa perfeitamente no estilo dadaísta.
Enquanto o dadaísmo era visto como um protesto irônico, o surrealismo, nascido na França e sucessor do dadaísmo tinha uma postura de visão mais negativa coerente com os movimentos de protestos ocorridos na França.
Influenciado pela psicanálise de Freud (o que Freud não influenciou), em outubro de 1924 com a publicação do Manifesto Surrealista, assinado por André Breton, o movimento propunha a restauração dos sentimentos humanos e do instinto como ponto de partida para uma nova linguagem artística. O que contava era reconhecer a imaginação espontânea, não mediada pela racionalidade (inexistente em tempos de guerra), extraindo uma lógica do ilógico. O surrealismo influenciou fortemente outras formas de arte e poetas franceses, hispânicos, europeus e latinos transformaram a literatura num realismo mágico, foto jornalismo e cinema também sofreram influências, então, a vanguarda torna-se parte de uma cultura já estabelecida, em parte absorvida pela vida cotidiana e acima de tudo politizada. Percebe-se que nesse momento a arte deixa de ser posse da elite, tendo os artistas, muitas vezes trabalhado em função dessa elite, (não devemos esquecer os mecenatos) e passa a exercer um papel realmente social com preocupações políticas e culturais.
Dos movimentos vanguardistas, dois eram admirados por todos que gostavam de novidades artísticas: o jazz e o cinema. Os movimentos de vanguarda investiam em produções cinematográficas tanto do lado ocidental tendo Charles Chaplin como maior personagem, como na Alemanha e Rússia soviética, ou seja, foram influenciados socialistas e capitalistas.
Segundo o autor Eric Hobsbawn, o chefão de Hollywood, Carl Leammle, abastecia-se de idéias em suas visitas anuais à Alemanha, sua terra natal e transformava em cópias bem parecidas de personagens como Frankenstein, Drácula, etc...
Menos de vinte anos depois, a vida metropolitana de todo o mundo ocidental encontrava-se marcada pelo modernismo. A aerodinâmica americana ecoava o futurismo italiano. Apesar de serem obras monstruosas, o construtivismo também exerceu função importante em arquitetura, pois no período da Grande Depressão tornava a URSS não apenas atraente em sua ideologia, mas também em sua arquitetura.
O surgimento do fascismo italiano (com parcial exceção pelo futurismo), os novos regimes autoritários da direita e da esquerda preferiram prédios e vistas monumentais anacrônicas e gigantescas, assim a vanguarda alemã e russa não sobreviveriam à ascensão de Hitler e Stalin, e os dois países, na ponta de tudo que era avançado e reconhecido nas artes de 1920, quase desapareceram do panorama cultural.
A arte da vanguarda centro européia raramente expressou esperança embora seus membros politicamente reacionários se comprometerem a uma visão positivista de futuro, por convicções ideológicas.
Para a maioria dos artistas no mundo não ocidental, o problema era a modernidade, não o modernismo. Romper em definitivo com culturas enraizadas, buscando introduzir uma cultura européia, criadora de vários movimentos reacionários era quase uma missão impossível. Mesmo assim ficava claro que no século XX o homem era comum e isso se reforçou com a câmera e a reportagem, atraindo escritores que não apenas se viam como repórteres, mas também escreviam para o jornal. Nas mãos da vanguarda de esquerda os cine-documentário tornava-se movimentos com consciência própria. A foto jornalismo trazia a alusão de que a câmera não mente, assim se dá o aumento da palavra impressa cheia de fotos, a circulação de jornais nos EUA aumentou mais que sua população, dobrando de 1920 a 1950, mas apesar de seu esforço em atingir as massas menos intelectualizadas inserindo quadrinhos, o cinema foi quase desde o início um veículo de massas internacional, pois fazia poucas exigências à alfabetização e depois de começar a falar em 1920, exigência nenhuma ao público de língua inglesa. O cinema mudo com seus códigos testados de comunicação intercultural muito fez para se tornar internacionalmente familiar o inglês falado e estabelecer a língua como “patoá” global no fim do século.
O terceiro veículo de massas era o rádio que a princípio tinha seus consumidores na elite por ser um aparelho caro, mas depois da Grande Depressão e das duas Grandes Guerras, fazia parte do cotidiano das pessoas como um “companheiro” da solidão dos novos tempos. Apesar de não trazer nada de novo como a arte e o cinema, o rádio tinha a grande capacidade de transmitir, apenas os fatos, a grandes massas de uma só vez e este fato logo foi percebido por governantes que passaram á utiliza-lo como ferramenta de propaganda. A música, apesar de perder sua pureza diante de gramofones, se utilizou muito das ondas do rádio e o blues originalmente negro e americano se transforma em rock ‘n’roll, uma linguagem global de nossa cultura.
As mudanças culturais foram gigantescas atingindo todas as camadas sociais até os dias de hoje. O dadaísmo (podemos imaginar uma “virada de mesa”) abriu um leque de novidades e liberdade de pensamento que nenhum outro movimento cultural anterior obteve as mesmas proporções.
13 de nov. de 2009
10 de nov. de 2009
Leitores, desculpem...
Leio todos, obrigada pelos comentários, já estou tomando as devidas providências e estou salvando os comentários no email.
27 de out. de 2009
TCC de História - A Comarca Penapolense.
Na virada da década de 80 para a década de 90, estas formas de “fazer história” foram questionadas e quem mais sofreu foi o marxismo, pois ocorria a queda do Muro de Berlim e o socialismo, com sua forma simples de ser colocada em prática, deixava em dúvidas se somente a luta de classes poderia desvendar o discorrer dos fatos históricos. Cada localidade tem seu contexto e a história de cada contexto era ignorada.
Na Europa uma nova forma de analise surgia como a antropologia, a etnologia e a psicanálise de Freud, uma nova óptica para representar o mundo. Intelectuais e artistas começam a pintar o cotidiano analisando as mudanças.
O surgimento de novos agentes sociais levaram historiadores dos Annales e historiadores ingleses neo marxistas observar a prática e as experiências traduziam-se em valores, idéias e conceitos sobre o mundo.
As mudanças sociais, econômicas e culturais começaram a ser levada em conta como um conjunto de fatores capazes de traduzir a história local naquele momento, contribuindo para um contexto histórico geral.
Mas se pensarmos com mais cuidado, não são as pessoas simples que detém as condições materiais para exprimir a realidade do momento e sim filósofos, políticos, artistas, enfim uma série de pessoas de origem burguesa ou com acesso a essa burguesia, que representavam o que viam de acordo com seu meio, influenciado por ele, portanto, “A representação social não é uma cópia do real, mas uma construção feita a partir dele“ (Michael Foucault).
Fato é que as representações dizem mais do que aquilo que mostram ou enunciam , carregam sentidos ocultos, que construídos social e historicamente , se internalizam no inconsciente coletivo e se apresentam como naturais, dispensando reflexão, substituindo a realidade que representam construindo um mundo paralelo do qual as pessoas passam a viver.
A sensibilidade começa a ser levada em conta quando se exprime em ritos, palavras e imagens, em materialidade de espaço construído.
Dentro destes conceitos de representação social e micro história compondo a macro história, escolhemos como objeto de pesquisa o jornal A Comarca Penapolense, da cidade de Penápoles, hoje já extinto, mas única imprensa escrita na época, dentro do período de 1963 a 1965, ou seja, como testemunha ocular das mudanças de um governo Democrático e populista ao regime de ditadura militar. Qual foi sua postura diante das grandes modificações que o Pais estava subordinado.
Em 1963 João Goulart então Presidente do Brasil, havia sido restituído ao poder pleno por meio de um plebiscito popular contra o Parlamento que limitaria o poder do presidente, mas a população estava visando as Reformas de Base prometidas pelo Governo que incluíam reforma agrária, reforma bancária entre outras com objetivo de dar continuidade ao desenvolvimento econômico e ampliar o mercado interno. Ocorre que neste período havia também a Guerra Fria que exigia dos países periféricos uma posição capitalista dos EUA ou comunista da URSS, o chamado alinhamento.
A viagem de Jango a China, as Reformas de Base e o apoio recebido pelo PCB deram a entender aos latifundiários, banqueiros e setores industriais que havia uma grande possibilidade da implantação do comunismo no Brasil.
A economia não estava bem havia uma inflação de 100%, o Pais não crescia desde 1960, tropas de soldados subalternos exigindo maior participação política criaram as pré-condições para o Golpe.
Em treze de março de 1963 no Rio, na Central do Brasil, houve um comício que reuniu mais de 300 mil pessoas para ouvir o presidente falar das Reformas de Base e para convocar uma Assembléia Constituinte. A resposta veio rápido, pois em 19 de março junto com a igreja católica e a oposição ao governo ocorre a Marcha de Deus pela Família, que só em São Paulo reuniu mais de 400 mil pessoas. No dia seguinte era dado o Golpe Militar e o Brasil entra na Era das Ditaduras Militares baseadas na Doutrina de Segurança Nacional que era: crescimento econômico dentro do capitalismo internacional, controle da sociedade civil por parte do Estado e racionalização da administração do Estado. Esta política foi criada por estrategistas norte-americanos com objetivo de conter o comunismo. Havia uma articulação por meio de propaganda em massa e outras ações coordenadas para desestabilizar o governo.O jornal O Estado de São Paulo e A Tribuna de Carlos Lacerda também apoiaram o Golpe num primeiro momento.
O primeiro militar no poder foi Castelo Branco, que junto com outros militares objetivando a liberdade de atitudes sem precisar de aprovação de possíveis opositores, decretam o Ato Institucional n° 1 que além de cassar deputados, limita consideravelmente o poder do Congresso.
Um Ato Institucional ocasionava o outro, o AI 2 extingue partidos políticos e implanta o Bipartidarismo com o Arena e o MDB.
Daí por diante uma sucessão de restrições e perda de direitos foram acontecendo, até o fechamento completo do Ato Institucional n° 5.
O jornal se colocava numa postura neutra, chegando a declarar publicamente que não se envolveria na política nacional, dando preferência as notícias locais.
Ocorre que quando se falava em política nacional, sua abordagem era positivista com relação aos militares, podendo esta afirmação ser observada durante uma sessão na Câmara em que em 64 um oposicionista do prefeito, baseado na limpeza dos corruptos do AI 1, pede a cassação do prefeito, o acusando de gastos pessoais com dinheiro público.
O jornal faz uma campanha ferrenha pela Marcha para Deus pela Família, sendo que no interior inteiro foi visto como um evento imperdível com direito a aviões e participação de autoridades, como o Adhemar de Barros. As famílias participavam achando que a manifestação era religiosa sendo conduzidas a engrossar um movimento que não sabiam que estava ocorrendo, principalmente no interior, onde leitores interessados e estudantes que queriam participar dos movimentos buscavam informações em fontes variadas, não na localidade. Apesar da omissão do jornal, havia estudantes penapolenses engajados e revoltados com as mudanças sociais, tanto que Geraldo Vandré, grande cantor e compositor da MPB perseguido e exilado durante o regime, segundo o jornalista e escritor SANTOS, L. A.( Penápolis Contra a Ditadura militar: Um cotidiano resistente, 2007) se refugiou por alguns dias na casa de um estudante em Penápolis.
Para Pierre Bourdeu a prática jornalística é a de informar, porém esta máxima não é imparcial, pois mesmo tende de haver uma sintonia entre o jornal e o profissional jornalista, este fica subordinado as exigências do proprietário do jornal, que representando seu grupo, ou seja, o jornal mostra o que deve ser mostrado, de acordo com a ideologia daquele grupo.
13 de out. de 2009
Revolução Gloriosa.
A alta aristocracia, senhores de terras, vendiam-nas para a gentry , pequena e média nobreza rural, que ao adquiri-la conquistava também prestígio social e poderes políticos, lhes dava status e direito de usar brasão.
Frente as mudanças econômicas, a Aristocracia, que formava o topo dessa hierarquia com poderes legais e grandes proprietários de terras, deveriam direcionar seu capital para o mundo dos negócios, mas a maioria era incapaz, devido ao ócio vivido até então.
Ao contrário da nobreza francesa, na Inglaterra bastava ser proprietário de terras para fazer parte dela, um pensamento empresarial de terras usadas como capital refletia diretamente na desmilitarização do poder, oposto ao francês.
O rei a qualquer contradição dissolvia o parlamento, mas em 1860, após uma grande crise que se abateu, o rei convoca novamente o parlamento que desta vez toma medidas que lhe garantiria a permanencia no poder.
Desta luta pelo poder nasce a guerra civil de onde por um lado os à favor da Monarquia, como a elite aristocrática e do outro os puritanos e as camadas mais popualares. O rei é preso e o pais fica nas mãos de parlamentares divididos.
Dentro deste combate surge o deputado Oliver Cromwel, que chefiou a cavalaria de Independentes com uma política democrática e revolucionária, pois todos os soldados eram recrutados entre os puritanos mais radicais do campo, a promoção era por mérito e discussões religiosas para todos saberem por que lutavam. Desta força nasce um novo partido político, os niveladores (Levellers).
Em 1649 o rei é executado e a Inglaterra governada por Cronwel que quando chega ao poder vira um ditador e manda acabar com os niveladores.
Em seu governo eliminou com ransos feudais e garantiu o desenvolvimento das forças capitalistas, consolidou seu poder marítimo, mas suas realizações morrem com ele, pois representava apenas a classe militaar e havia necessidade de um parlamento.
Com a restauração Carlos II sobe ao trono mas com poderes limitados pelo Parlamento, este soberano.
É possível refletir que no processo das duas revoluções, a Francesa e a Inglesa, a iniciativa partiu de uma nova burguesia interessada em acumular dinheiro, o que a igreja impedia, e para tanto era essencial a participação popular, maior prejudicada pela estagnação do comércio.
Daí o termo Revoluções Burguesas, tem a participação popular mas é iniciada pala burguesia, ao contrário da Revolução Russa, segundo alguns marxistas, a única e verdadeiramente popular.
7 de out. de 2009
Olimpíadas 2016
Hoje o Rio não é mais visto como a única cidade brasileira que vale a pena ser visitada, existe a Bahia, com suas praias paradisíacas direcionadas pra nata da elite, que faz uma campanha ferrenha voltada ao turismo . Há também outras praias espalhadas pelo Brasil que são um verdadeiro sonho, e suas respectivas cidades mostrando o lugar como o melhor do mundo ( e falo em praias porque o Rio é uma cidade praiana, então quem opta por ir a praia, pode escolher onde e qual quer ficar). O turismo carioca tem caído ano a ano.
Toda essa minha lenga-lenga é pra dizer que tais investimentos tem que ser bem administrados para não sofrermos muitas perdas.
Será necessário a criação de um terço a mais de quartos pra acomodação de todos, reorganizar o sistema viário para assegurar o fluxo de pessoas circulando, todo um comércio que auto surgirá em decorrência do evento, enfim, uma série de mudanças que talvez não se auto sustente depois das Olimpíadas. Sendo talvez um pouco pessimista, mas talvez também realista, uma parte desses investimentos sempre é "extraviado"para o bolso de alguns e os efeitos do surgimento desse comércio, não tem bases sólidas de sustentação, pois não surgiram por que o turismo foi crescendo ao longo do tempo, mas de uma situação relâmpago que dura apenas uns 15 dias. Podem ocorrer empréstimos bancários que não serão pagos, aumento na inadimplência devido a demissões em massa, posso até afirmar que o maior veneno do comércio é não ter clientes. Tem a mercadoria comprada com prazo para pagar, tem funcionários à disposição (que custam encargos) e não tem clientes para comprar sua mercadoria, que vendida, viraria capital de giro pra pagar dívidas e funcionários.
Acho que os comerciantes devem parar de ser vistos como vilões achatadores de salários, eles também tem encargos pesados pra pagar e muitas vezes nem tiram pró-labore (que é o pagamento do patrão), as vezes pra ele mesmo sobra muito pouco e falo do pequeno comerciante, este que sonha com sua lojinha na frente do Estádio Olímpico, que finalmente fará um empréstimo no Banco em prestações à perder de vista e realizar seu sonho dourado. Dei uma visão pessimista que tem que ser considerada também, nem tudo são rosas.
Os atletas do Tiro ao Alvo estão deixando de treinar na Arena montada para os Jogos Panamericanos, porque o governo não investe no esporte e a locação do local é muito cara.
3 de set. de 2009
As origens da Primeira Guerra
Duas potências despontavam para assuntos econômicos: o Japão e os EUA.
O Império alemão foi o grande fator de desequilíbrio. Após a derrota do movimento revolucionário por uma Alemanha democratizada, em 1848, as elites conservadoras prussianas – nobreza, burocratas e militares- sob a liderança do chanceler Bismarck, passaram a conduzir o processo de formação do Estado Nacional Alemão, que com ações de cima para baixo conseguem impor à sociedade germânica o seu modelo político- institucional autoritário e belicista.
Bismarck era um oficial de extrema competência, tanto que havia vencido a França e invadido Paris, o que deixou os franceses com um sentimento de humilhação, mais ainda com as pesadas multas impostas pela perda da Guerra e a posse de Alsácia e Lorena para o Império alemão.
Os alemães visando um futuro de glórias passam a absorver suas idéias nacionalistas onde o estado era o poder maior morrendo se necessário fosse, por ele.
Criou o 2° Reich. Ocorre que a Alemanha já havia absorvido as novidades da tecnologia capitalista e isto vai diretamente de encontro ao semi-feudalismo prussiano.
Ocorre que o povo alemão era dominado por uma casta burocrática que ordenava a obediência cega, assim o militarismo surge com um ar de dedicação havendo um estreitamento nas perspectivas mentais e políticas. Foi concedida ao povo uma boa legislação trabalhista, mas sem a força de sindicatos.
Bismarck era bem articulado, estreitou laços com a Áustria e cortejava a Itália, que brigara com a França pela posse da Tunísia, assim receosos que os católicos franceses engrossassem o atrito provocado pela anexação dos Estados Pontífices, aceitou o flerte que culminou na Tríplice Aliança.
Em 1888, Guilherme II torna-se imperador da Prússia e para evitar comparações demite Bismarck , fato este que desestabilizará os acordos diplomáticos.
A Alemanha já não é agrícola, torna-se uma Nação Industrial.
Rica em ferro e carvão, logo começou a produzir bens de produção industrial e material bélico. Este salto econômico colocou a Alemanha entre as grandes nações ricas e imperialistas. Os alemães achavam que pelo seu tamanho e poderio, deveriam controlar a Europa de forma igualitária aos outros países, mas as outras nações não a reconheciam como grande potência alemã. Deste complexo de inferioridade nasce a justificativa de seus ideais de prestígio e de uma pretensa superioridade cultural germânica.
Achavam-se melhores racial e culturalmente, para eles eram descendentes da cultura Greco-Romana sendo os mais educados e cultos do mundo moderno. O nacionalismo do segundo Reich ajudou a proliferar as idéias em clubes patrióticos, sociedades militaristas, destacando-se a Liga Pan Germânica que além da unificação alemã, buscava a expansão alemã nas colônias e na Europa. A intelectualidade aderiu e passou a desprezar acordos internacionais.
A falta de tato de Guilherme II e o receio do crescimento alemão levaram países aliados a se afastarem (exceto pelo Império Austro-Húngaro, já decadente) e países inimigos se unirem para frear a Alemanha.
Estava aberto o caminho para a ressentida Alemanha entrar em guerra com outros países.
O Império Austro-Húngaro consiste em dois Estados mantidos em termos simbólicos pelos Habsburgos, de origem austríaca e húngara.
Possuía administração separada, uma em Viena e outra em Budapeste.
Tendo como imperador Francisco José I, era um Estado de múltiplas nacionalidades.
Na Áustria havia Tchecos, poloneses, ucranianos, rutenos, eslovenos e núcleos menores de sérvios, italianos, romenos e croatas.
Na Hungria: romenos, alemães, eslovacos, croatas, sérvios e rutenos.
Os problemas derivavam da diferença de interesses econômicos, tendências políticas, diversidade de raças e idiomas.
Os Bálcãs formaram o verdadeiro barril de pólvora, pois após ser colocada sob tutela doa administração Austro-Húngara, provisoriamente, a Bósnia e Herzegovina continuavam pertencendo ao Império Otomano. Ocorre que a pequena Servia também almejava anexar àquelas áreas balcânicas sonhando com uma futura Grande Sérvia.
A Áustria, violando a Conferência de Berlim (que concedeu o território administrativamente) incorpora em definitivo a Bósnia e Herzegovina ao seu território imperial. A Sérvia se sentindo prejudicada, ciente de sua impotência recorre à Rússia, cuja política pan-eslavista pregava a identidade comum e a solidariedade entre todos os eslavos contra os germânicos. Imediatamente a Áustria recebe apoio da Alemanha, e a Rússia maltratada por guerras anteriores aconselha a Sérvia a aceitar a anexação. A Rússia, secretamente prometeu a Áustria neutralidade na indexação dos dois territórios, caso fosse apoiada em suas pretensões sobre o estreito de Bósforo e Dardanelos, porém vendo suas investidas frustradas escondeu sua participação no caso da anexação dos territórios, voltando-se momentaneamente contra a Áustria, engrossando o movimento Europeu que acusava de perturbadora da paz num território já difícil.
O arqueduque Francisco Ferdinando, mesmo ciente do risco que corria devido as uma população nacionalista e pró- Sérvia, resolveu ir a Sarajevo presidir uma cerimônia.
As organizações nacionalistas secretas, entre elas a Jovem Bósnia e a Mão Negra que congregava principalmente estudantes, preparou o atentado que matou o arqueduque e sua esposa. Setores militares queriam os responsáveis sérvios pelo atentado, apesar da própria família de Ferdinando não ter dado tanta importância.
Quando a notícia chegou a Berlim, imediatamente Guilherme II queria a guerra. Com esse respaldo a Áustria enviou um ultimato a Sérvia para que além de liquidar as sociedades secretas e aceitasse oficiais da política austríaca no inquérito para apurar a morte do arqueduque, obviamente recusado, a Áustria declara guerra a Sérvia iniciando assim a 1° Guerra Mundial.
Os aliados- França, Inglaterra e Rússia- tiveram apoio dos norte-americanos e do Japão.
Foi uma guerra sangrenta de trincheiras com o uso de dirigíveis, armas químicas, bacteriológicas e novas tecnologias. A Guerra finda em 1918 com a Alemanha vencida e condenada pelo Tratado de Versalhes a assumir a culpa pela guerra e a pagar pesados impostos em espécie e produtos (carvão para a Europa por 10 anos).
O Kaiser foge e a Alemanha muda o regime, mas a humilhação deixa rancores que serão cobrados num futuro próximo.
2 de set. de 2009
A ignorância da ditadura.
Os problemas de Chico Buarque com a censura começaram junto com a sua carreira. Em 1966, a música “Tamandaré”, incluída no repertório do show “Meu Refrão”, com Odete Lara e MPB-4, é proibida após seis meses em cartaz, por conter frases consideradas ofensivas ao patrono da marinha. Era o começo de um longo namoro entre a censura e a obra de Chico Buarque.
Exilado na Itália, de 1969 a 1970, Chico sofreria com a perseguição da censura após o retorno ao Brasil. Em 1970, recém chegado do exílio, o compositor enviou a música “Apesar de Você” para a aprovação da censura, tendo a certeza que a música seria vetada. Inesperadamente a canção foi aprovada, sendo gravada imediatamente em compacto, tornando-se um sucesso instantâneo. Já se tinha vendido mais de 100 mil cópias, era considerado "Hino da Resistência", quando um jornal comentou que a música referia-se ao presidente Médici.
Descoberta a intenção, o exército brasileiro invadiu a fábrica da Philips, apreendendo todos os discos, destruindo-os. Na confusão, esqueceram de destruir a matriz.
Chamado a interrogatório para explicar quem era o “você” da música, Chico, brilhantemente responde: “ Era uma mulher muito mandona, muito autoritária”.
Muitas obras eram mal compreendidas pelos militares, eles confundiam movimentos de liberdade cultural com obras que tivessem como objetivo ferir o governo, então, pelo sim e pelo não, confiscavam qualquer uma, que em sua visão distorcida, atacasse direta ou indiretamente o sistema.
Escolhi a música de Chico Buarque “Apesar de você”, que quando criada teve como intuito atacar os militares, sendo claramente um protesto contra a ditadura e uma prova da ignorância dos dirigentes que num primeiro momento aprovam a música e só se dão conta do protesto por meio de um jornal.
Apesar de você ( Chico Buarque - 1970)
Hoje você é quem manda /Falou, tá falado /Não tem discussão, não. /A minha gente hoje anda /Falando de lado e olhando pro chão. /Viu?Você que inventou esse Estado /Inventou de inventar /Toda escuridão /Você que inventou o pecado /Esqueceu-se de inventar o perdão. /Apesar de você amanhã há de ser outro dia. /Eu pergunto a você onde vai se esconder /Da enorme euforia? /Como vai proibir /Quando o galo insistir em cantar? /Água nova brotando /E a gente se amando sem parar. /Quando chegar o momento /Esse meu sofrimento /Vou cobrar com juros. / Juro! /Todo esse amor reprimido, /Esse grito contido, /Esse samba no escuro. /Você que inventou a tristeza /Ora tenha a finezade “desinventar”. /Você vai pagar, e é dobrado, /Cada lágrima rolada /Nesse meu penar. /Apesar de você /Amanhã há de ser outro dia. /Ainda pago pra ver /O jardim florescer /Qual você não queria. /Você vai se amargar /Vendo o dia raiar /Sem lhe pedir licença. /E eu vou morrer de rir /E esse dia há de virantes do que você pensa. /Apesar de você /Apesar de você /Amanhã há de ser outro dia. /Você vai ter que ver /A manhã renascer /E esbanjar poesia./Como vai se explicar/Vendo o céu clarear, de repente,/Impunemente?/Como vai abafar/Nosso coro a cantar,/Na sua frente./Apesar de você/Apesar de você/Amanhã há de ser outro dia./Você vai se dar mal, etc e tal ...
A crítica é clara e evidente, e demonstra a certeza de que um dia aquilo tudo, inconcebível, iria passar, e quando passasse os responsáveis seriam punidos “com juros” e assim, as pessoas voltariam a ser livres. Como a censura não percebeu?
5 de ago. de 2009
Um pouco de história II - Regime Militar
Os militares não eram um bloco homogêneo, somente se uniram para derrubar Jango, havia setores com ideais diferentes. Destacaremos os intelectuais chamados de "sorbonia" (uma referência a Universidade francesa Sorbonne) que buscavam a purificação do Estado, eliminando a corrupção, os populistas, comunistas e visavam a restauração de um regime democrático logo que tudo estivesse em ordem, completamente oposto a filosofia da chamada linha dura que defendia total dureza com adversários do Regime por um longo período, uma ditadura.
29 de jul. de 2009
Um pouco de História I - Período Democrático no Brasil - Getúlio Vargas
30 de jun. de 2009
A educação vai bem...obrigada!
Em primeiro lugar as apostilas atrasam pra chegar, ou seja, quando chegam, o professor tem que correr com a matéria por que tem prazo para seu término, em segundo lugar as apostilas vem com erros grotescos tendo que ser devolvidas atrasando mais ainda a matéria e por fim é um desrespeito a natureza, que nos dias de hoje é tão defendida pelo Greenpeace e outros órgãos, a quantidade de árvores cortadas pra se fazer essas apostilas. .
São quilos e mais quilos de papel não aproveitado ( fica a sugestão de reciclar o papel da apostila e refazer a apostila com esse mesmo papel) encostado na sala dos professores que pra piorar a situação são repetidas. É isso mesmo, as apostilas deste ano são iguais a do ano passado iguais a do retrasado, ou seja, não muda nada.
Ora, se o Governador pretende justificar seus gastos públicos em educação desta forma, é necessário que a sociedade se comova e faça alguma coisa contra essas medidas.
Não adianta investir dinheiro, só pra dizer que está investindo, em projetos sem resultado.
Sugiro que os alunos tenham seu livro referente a matéria e o professor tenha sua apostila (já que o Governo quer trabalhar desta forma) e a siga de maneira fiel sem a necessidade de trocar todos os anos e sim quando houver modificações no conteúdo.
Como se não bastasse, o Conselho Nacional da Educação propôs ao Governo (que irá aprovar) uma medida (não sei pra quê) onde os alunos do ensino médio ( 1°, 2° e 3° colegial) não terão que fazer as disciplinas chamadas "tradicionais" como história ( que absurdo), matemática e ciências, e você pensa que acabou ? nada, os alunos terão o direito de escolher qual disciplina farão. Segundo o Conselho, a ideia é ministrar as aulas de forma que o aluno se veja envolvido naquela situação, fazendo parte daquele contexto. Ora, a ciência é nada menos que a compreensão da parte física e funcional do ser humano. A história nem se fala uma vez que como professora já me deparei com alunos do 3° ano do ensino médio que não sabia explicar o nazismo e conhecia pouco Hitler. Gente, olha o perigo, olha como jovens podem se tornar presas fáceis de mal intencionados que buscam o poder usando pessoas como massa de manobra. Sem conhecer o passado não é possível planejar o futuro, sem conhecer as causas e consequências dos fatos.
Não adianta querer melhorar a educação diminuindo as disciplinas a serem ministradas mas sim, uma reforma completa dentro das escolas públicas, com substituições de diretores aposentados que acumulam cargos públicos e professores que estão a muito tempo na rede pública, e como bom funcionário público brasileiro tem por hábito tratar mal as pessoas com que lidam, neste caso os alunos, (no Brasil o funcionário público se apodera do cargo como se fosse dele, contrariando a ideia matriz de Burocracia de Max Weber, onde o funcionário torna-se encarregado daquele cargo público devendo satisfações aos seus superiores e tendo e responsabilidade de trabalhar pela soberania do Estado).
Nunca ouvi falar que em países desenvolvidos diminuissem a grade de disciplinas a serem ministradas, pelo contrário, a carga horária aumentou, veja o caso do Japão, a história do país é difundida até os dias de hoje, eles não esquecem de como foi a Segunda Guerra e suas consequências. Como banir a história como disciplina obrigatória? Nossos governantes se preocupam muito pouco com a educação, haja vista o estado de conservação da USP e de outras Universidades Federais.
Como diria Boris Casoy, "é uma vergonha".
17 de jun. de 2009
Reflita você mesmo.
Desde o fim do feudalismo, aquele sistema em que o senhor feudal "doava" terras a camponeses para o plantio de alimentos em troca de parte da produção dos alimentos, passando pela explosão da I e II Revolução Industrial com a descoberta da máquina à vapor, novos investimentos em tecnologia e ciência e a descoberta do aço, alavancaram o aparecimento de uma nova burguesia endinheirada.
7 de jun. de 2009
Nada é maior que meu amor nem mais bonito II
Também assisti ao programa em que ele cantava com elas e fiquei emocionada com a energia positiva e o romantismo que fica no ar. Hoje não existe mas romantismo, as pessoas ficam, e como é, rápido não dá tempo para surgir as afinidades e o romantismo, aquela vontade de fazer o outro feliz, o prazer de doar pra ter em troca um sorriso, isto não existe mais, infelizmente.
Sorte que Roberto Carlos existe para nos lembrar como é bom sentir o amor.
17 de mai. de 2009
A Índia que a Globo não mostra.
5 de mai. de 2009
Progressão continuada - Parte III
Progressão continuada - Parte II
Progressão continuada - Parte I
3 de mai. de 2009
República Mulher
Desde a Revolução a figura da mulher é usada na França. Antes, o período monárquico era representado pela figura do Rei, personagem masculino, mas com a conquista da Revolução esta figura tinha que ser substituída de forma radical, com novos símbolos representando novas idéias, nada que lembrasse a monarquia, daí a adoção do feminino.
Em Roma a figura da mulher era usada como símbolo de liberdade, assim os revolucionários franceses se utilizam essa imagem fazendo algumas mudanças como o uso do barrete que trazia a simbologia de radicalidade e seios desnudos, visivelmente uma mulher do povo que lutou pela revolução.
Depois da terceira República aparece Marianne (nome popular na França) que seria personificação da República, e como reação o governo incentiva o culto a Virgem Maria o que desencadeou uma batalha de cultos que ficou conhecida como Mariolatria x Marianolatria, chegando ao ponto de haver uma oração para Marianne substituindo a oração de Virgem Maria.
Com o avanço do capitalismo e conforme os ideários eram substituídos por metas de trabalho, a figura de Marianne não fazia mais sentido dentro daquele contexto e acabou substituída pela figura do operário de dorso nu.
No Brasil a futura regente era mulher, no caso Princesa Isabel, mas sua figura foi enfraquecida por seu marido Conde D’eu que por ser francês teve sua figura vinculada a monarquia, mas a República seguia seu modelo clássico até que o governo pediu para que ela fosse representada sentada transmitindo força, segurança e calma. Sua simbologia foi irrelevante, pois, o povo não tinha acesso às artes e esta em especial era direcionada para uso doméstico.
Até 1922, os artistas eram patrocinados pelo governo, estudavam na Europa e pintavam quadros de lá, ou seja, estavam completamente influenciados pelo padrão europeu, daí o motivo de todas as obras de artistas brasileiros não retratarem a mulher nativa e sim figuras aparentemente brasileiras, mas com rostos e requinte europeu.
Comte era um desses artistas que teve muita relevância na história da arte brasileira. Para ele somente o altruísmo poderia fornecer as bases para uma convivência social e a mulher era o que melhor representava uma sociedade sem Deus.
Símbolo perfeito seria a virgem-mãe que sugere a humanidade capaz de se reproduzir.
O que acontece é um contraste entre a República dos sonhos e a real, assim a imagem cívica da mulher vai perdendo seu contexto e passa a ser ridicularizada junto com a república; a mulher se transforma em mulher da vida, prostituta. Essa imagem foi predominante entre as caricaturas.
A mulher nunca fez parte da política, nem na França entre os jacobinos que achavam que a política era para homens.
Aqui no Brasil Comte cimentou o papel da mulher atribuindo-lhe ser esposa, mãe, guardiã do lar garantia de reprodução da espécie e saúde moral da humanidade.
Os bispos se empenharam em incentivar o culto a Maria e em 1904 Nossa Senhora Aparecida foi coroada rainha do Brasil.
A representação feminina da República estava cada vez mais longe, pois a República não desenvolveu da forma desejada e não havia figura feminina cívica que obtivesse sucesso.
Morre nossa Marianne e surge a padroeira do Brasil..