29 de dez de 2009

Sociedade Vril - A face religiosa do Nazismo


A Sociedade Vril é uma sociedade secreta onde Hitler foi um de seus fundadores.
Vril é uma energia extraída ninguém sabe ao certo de onde, foi uma idéia extraída de um livro de ficção científica chamado The Coming Race, que conta a história de um homem que cai num buraco bem fundo e se depara com uma comunidade totalmente independente do mundo terrestre, seu líder é um menino com asas que possui esta energia Vril. O menino é o mestre e a energia pode ser usada para o bem ou para o mal.
Segundo historiadores, Hitler e seus companheiros buscavam incessantemente encontar esta energia e nesta busca depararam-se com outra obra, desta vez de uma mulher que trabalhava e estudava fenómenos, fazendo referência a raça ariana perdida em Atlântida.
Para suas pesquisas, esta senhora foi até o Tibete considerado berço da sabedoria.
Baseado nesta história, com uma segunda interpretação errônea de uma obra literária, Hitler também foi ao Tibete e convenceu os tibetanos de que era verdadeiramente um ancestral da raça ariana. Gastou mais dinheiro nesta busca do que os EUA na bomba atômica. Acreditavam que de posse desta energia teriam poderes ilimitados.
Aceitavam mulheres nesta seita por acharem que elas tinham poderes especiais. Praticavam sodomia e magia negra.
No livro The Coming Race, o mestre era uma criança e isto fez com que pensassem que as crianças possuíam poderes especiais, ou seja, as crianças possuíam a energia Vril em sua essência .
A suástica foi usada por muitos povos e teve várias simbologias, porém foi modificada e adotada por Hitler sendo atualmente lembrada como símbolo do nazismo. Eram conscientemente satanistas e baseados em toda esta construção ideológica praticavam as mais perversas ações que conhecemos do nazismo, com requintes de crueldade. Capturavam pessoas para práticas de tortura e mutilação durante os rituais de sacrifícios, bebiam e praticavam sexo também.
A busca pela raça ariana nada mais é do que a legitimação para o preconceito racial e a aceitação de mulheres justificava as práticas sexuais dos seguidores próximos a Hitler.
Alguns historiadores já se especializam neste assunto, mas há muito que ser estudado ainda.


Nas imagens acima, a direita do vídeo a suástica é hindu e a esquerda alemã. Este símbolo foi usado por vários povos como os Astecas, Celtas, Budistas, Gregos, Hindus, entre outros, sendo que cada cultura trazia uma simbologia diferente, mas sempre com um lado místico muito aflorado.
A suástica requer estudos paralelos
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